O meia Didira, que está de volta ao CSA, falou, em entrevista coletiva nesta terça-feira, 21, que a cobrança em sua segunda passagem pelo clube é ainda maior, uma vez que a responsabilidade e a expectativa do torcedor sobre seu trabalho também aumentam.


“A cobrança é ainda maior. A expectativa é grande e, desta forma, a responsabilidade aumenta também. Por isso tento me preparar bem, tenho que fazer melhor do que fiz antes, me dedicar ao máximo. Estou treinando e me esforçando para quando tiver oportunidade e espero que a torcida apoie não só a mim, mas o grupo todo para que sejamos vitoriosos”, coloca o jogador, que é ídolo do torcedor azulino.


Com uma passagem vitoriosa pelo time marujo, o meia Cícero dos Santos Bezerra atuou por quatro temporadas e conquistou três acessos (da Série D para a Série A), além de ter conquistado o Campeonato Brasileiro da Série C, em 2017, e dois Alagoanos (2018 e 2019).


E ele não esconde a felicidade em estar de volta ao clube, pelo qual atuou em 157 partidas e marcou 35 gols. “É um momento satisfatório estar voltando, um momento mágico, pela minha história e por tudo o que vivi aqui. Procuro sempre me dedicar e dar o meu melhor. Procurei me dedicar nos treinamentos no Santa Cruz e no Brasiliense, mesmo fazendo rodízio (neste último) e não jogando todas as partidas”, explica.


Falou, ainda, da alegria em reencontrar antigos companheiros, como Iuri e o goleiro Lucas Frigeri. “Eles me abraçaram aqui. Foi bom reencontrar os companheiros e ver um grupo tão bom e dedicado”.

Técnico Mozart


Sobre sua relação com o técnico Mozart, com o qual ainda não havia trabalhado antes, Didira foi positivo e disse estar disposto a se adequar ao sistema montado pelo treinador. “Já conversamos um pouco. Ele me mostrou vídeos sobre sua forma de jogar, diferente da maneira que eu vinha jogando. Mas ele conhece bem o futebol e sabe o que faz. Vou me empenhar e me preparar ao máximo para o trabalho”.

Botafogo


O meia também comentou o duelo que o Azulão terá nesta quinta-feira, contra o Botafogo/RJ, em solo alagoano. “Será um jogo difícil, pois o Botafogo vem numa crescente. Mas sabemos da nossa forma de jogar, principalmente no Rei Pelé, e estamos trabalhando para conquistar a vitória”, conclui.


Didira, de 33 anos, estava no Brasiliense, time que disputa a Série D do Campeonato Brasileiro, e teve passagem também pelo Santa Cruz, de Pernambuco.

(Crédito da foto: Ascom CSA)